quinta-feira, 11 de março de 2010

30 de Dezembro de 2009

E assim foste! E não te consegui dar um beijo.
Desculpa.
Amo-te

Não te escrevo...

por medo.
Vieste a casa no natal, no pensamento de um médico, ou da médica que te deu alta para vires, no fundo será qualquer coisa como não privar a familia de o ter por perto no seu último natal. Pena que não havido tempo para organizar o conceito familia, por forma a seres dividido com todos. Mas amo-te, cada vez mais, incondicionalmente, amo-te.
Hoje voltaste ao hospital, por mérito teu, sentiste-te mal. Acho que foi a primeira vez que ouvi dizer que tinhas dito sentir-te mal.
Sinto que te estás a ir embora. Não sei o que fazer.
Não desejei as boas festas aos tios, à avó. Não sei, não sei nada.

28 de Dezembro de 2009